Variação e Desvio em Estruturas Comparativas do Português
DOI:
https://doi.org/10.26334/2183-9077/rapln1ano2016a25Palavras-chave:
comparativas, clíticos, quantificação, variação, desvioResumo
Neste artigo, um grupo de construções comparativas relativamente anómalas encontradas em corpora de textos de jornais é estudado de uma perspetiva sintática e semântica. Estas construções ilustram o facto de as comparativas apresentarem um elevado grau de variação na variedade padrão do português europeu. Partindo da hipótese de que as comparativas são um tipo especial de orações relativas, e tendo em conta as propriedades gramaticais dos quantificadores (relevantes), dos clíticos e das expressões anafóricas, propõe-se uma explicação para o facto de algumas estruturas marginais serem mais frequentes - e mais bem aceites - do que outras. São consideradas duas grandes classes de construções comparativas: as que incluem elementos anafóricos explícitos (em três tipos de ambientes) e as que - sem dúvida de natureza não-sentencial - se referem diretamente a graus.
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